Matemática

Miguel Haro: «Com Kumon adquires uma autonomia que marca a diferença».

Out 2019
Miguel Haro: «Com Kumon adquires uma autonomia que marca a diferença».
Miguel Haro: «Com Kumon adquires uma autonomia que marca a diferença».

Quando tinha 8 anos, os seus pais matricularam-no em Kumon Matemática para que adquirir uma base sólida e desenvolver hábitos de aprendizagem e autonomia. Com 17 anos, o Miguel afirma que é um estudante autónomo capaz de aprender por ele próprio. Conta-nos ele e a Teresa Villalón, a sua orientadora no centro Kumon Badajoz - Santa Marina, ao que assistia.

Pregunta: Gostava da matemática antes de começares o programa com Kumon
Respuesta:
Não me lembro muito bem se gostava ou não da matemática quando comecei, era muito pequeno. Do que sim estou seguro é de que uma vez que comecei o programa de Kumon matemática, não só comecei a gostar da matemática como também deixaram de ser uma preocupação para mim a nível académico.

P: O que gosta mais na matemática?
R:
Fascina-me o facto de que aprendendo uma série de métodos e regras podes encontrar soluções a problemas, não só matemáticos, mas também aplicáveis no dia a dia. Também me impressiona a fiabilidade da matemática. Trata-se de uma ciência com a qual trabalhamos há centenas de anos e enquanto em outras áreas se renova o conteúdo, no caso da matemática continuamos a trabalhar da mesma maneira e podemos inclusivamente melhorá-la e aplicá-la em outros campos de conhecimento.

P: De que forma te ajudou a tua família e a tua orientadora ao longo de toda a tua trajectória em Kumon?
R:
Recordo que ao princípio foi muito duro. Não estava habituado trabalhar diariamente, e de um dia para outro tivesse que habituar-me a isso foi complicado. Foi durante os primeiros níveis quando os meus pais estiveram mais encima de mim q me ajudaram a encarar este facto de uma forma mais amena. No caso das minhas orientadoras, a ajuda que me ofereceram ficou-me presente durante todos os meus anos de programa; estavam muito pendentes ao princípio e foram-me dando mais liberdade e autonomia à medida que ia concluindo.

P: Como motivarias os alunos que agora se encontram num ponto difícil do programa?
R:
Algo que me costou assimilar foi o facto de estar estancado num caderno ou nível. Penso que isso tem muito que ver com a forma de trabalhar que nos ensinam na escola, já que apenas está permitido empregar mais tempo do que o necessário num tema. Aos alunos que estão a passar por uma fase pior, diria-lhes que o Kumon é um sistema muito diferente aos que já tenham visto anteriormente, porque cada pessoa se impõe a si mesmo o seu próprio ritmo. É muito bom repetir cadernos, sempre que seja necessário, e estou seguro de que se agradecerá mais adiante.

P: Que conselho podes dar aos outros estudantes para que também cheguem a ser finalistas/concluintes?
R:
Sem dúvida, o que mais te ajuda a concluir o programa é a perseverança. Para ajudar a conseguir esta perseverança de que falo, estarão presentes de forma incondicional as tuas orientadoras. Além do mais parece-me oportuno dizer que a Kumon se pode conjugar com qualquer outra actividade e sempre se pode arranjar um tempo por dia para fazer o caderno. Na minha opinião a carga académica não é uma desculpa para deixar o programa, já que chega a um ponto no qual a Kumon adquire a importância que podem ter as tarefas ou os trabalhos da escola.

P: Pensaste alguma vez em abandonar o Kumon? Porquê?
R:
Estou seguro de que todos os alunos passam por um momento no qual pensam em deixar Kumon. No meu caso foi por deixar de ter a preocupação diária. Penso que todos os alunos que superam essa época na qual querem deixar o programa e podem converter-se em concluintes com trabalho, mas é claro também com facilidade.

P: Quando te propuseste chegar a ser um concluinte?
R:
No meu caso, até que não entrei nos últimos níveis não ouvi falar da possibilidade de ser concluinte; era algo que nunca tinha pensado até então. Desde esse momento tenho que  dizer que a possibilidade de converterme em concluinte supõe uma grande motivação para continuar com o programa.

P: Que benefícios pensas que existem por terminares o programa completo? Que habilidades pensas ter desenvolvido após o teu passo pela Kumon?
R:
Claro, a Kumon ajuda –te a adquirir um conhecimento por cima da média em matemática, mas também te ajuda a criar um hábito de trabalho que te pode servir para o resto da tua vida, assim como uma autonomia que resulta muito útil e que marca a diferença entre alguém medíocre e alguém fora de série.

Entrevista com Teresa Villalón, a sua orientadora Kumon

Falamos também com a Teresa Villalón, orientadora que acompanhou o Miguel na sua viagem através dos cadernos do programa Kumon de Matemática.  Destaca como foi constante e a sua força de vontade na hora de enfrentar o trabalho.

Pregunta: Qual é a primeira memória que tens do Miguel?
R:
Desde o principio gostei da sua disciplina e da sua capacidade para organizar o tempo.
Foi superando níveis normalmente, com as dificuldades esperadas, mas sempre constante de uma maneira impressionante: não deixou de trabalhar nunca, se algum dia faltou, a sua família ia ao centro pedir o material. Nesse sentido, tenho que dizer que o apoio foi incondicional. Tenho que salientar que soube conjugar muitas actividades, entre as quais destaco o atletismo e o basquetebol. É um aluno brilhante. 

P: Qual é o momento que lembras com mais carinho?
R:
Miguel ganhou uma vaga para fazer o secundário internacional e foi, com o nível O muito avançado, mas antes de ir assegurou-nos que terminaria durante este verão. Voltou no Natal e passou pelo centro para dizer-nnos que no dia 8 de Janeiro faria o teste do nível O. E assim foi. Quando terminóou estava contentíssimo, com uma expressão de triunfo.

P: Que aprendeste ao trabalhar com ele?
R:
Pareceu-me exemplar o seu empenho em acabar um projecto que terá demorado 10 anos e em manter a sua palavra ao vir fazer o exame do nível O depois de ter estado fora da sua casa quase 5 meses.

P:Que habilidades, destrezas ou atitudes são as que pensas que o terão levado a converter-se em finalista/concluinte?
R:
Regular, sereno, paciente com ele próprio e a sua organização do tempo.

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