Matemática

Queralt Pontnou: «Kumon faz com que a matemática do colégio seja fácil»

Out 2019
Queralt Pontnou: «Kumon faz com que a matemática do colégio seja fácil»
Queralt Pontnou: «Kumon faz com que a matemática do colégio seja fácil»

Queralt não se lembra se gostava da matemática ou não antes de começar aprender com Kumon, já que que tinha 5 anos quando se matriculou, ainda que concluiu o programa Kumon Matemática já algum tempo, hoje partilha com os leitores do blogue a sua experiência em Kumon Barcelona – Sagrera (Espanha).

Pregunta: Gostavas da matemática antes de começares o programa em Kumon?
Queralt:
Não sei porque ainda estava no último ano de pré-escolar.

P: Que é o que mais gostas da matemática?
Q:
Uma vez que a entendes, é muito mecânica e nada difícil.

P: De todos os níveis do programa de Matemática, que conteúdos  te exigem mais esforço? Quais te pareceram mais simples? 
Q:
Os níveis mais simples foram os das equações. Na realidade tudo ao princípio custa, mas dia a dia vai sendo mais fácil. E o mais difícil, os últimos niveis, já que tens que estar muito concentrado.

P: De que forma te ajudou a tua família e a tua professora ao longo de toda a tua trajectória em Kumon?
Q:
Há vezes que sem a sua ajuda e apoio não poderia ter seguido. Os pais animam e os orientadores ajudam diariamente.

P: Como motivarias os alunos que agora estão num ponto dificil do programa?
Q:
Dizendo-lhes que sigam em frente e que, por muito difícil que seja todo o esforço tem a recompensa.

P: Que conselho podes dar a outros estudantes para que também cheguem a ser finalistas/concluintes?
Q:
Que por muito duro ou pouco divertido que seja, por vezes, mais tarde esse esforço tem a sua recompensa, já que é muito útil e faz com que as matemáticas da escola pareçam mais fáceis.

P: Pensaste alguma vez em deixar Kumon? Porquê?
Q:
Sim pensei, sobretudo estes últimos dois anos nos quais tinha muitos deveres e pensava que não tinha tempo para fazer Kumon.

P: Quando te propuseste converter em concluinte?
Q:
Quando me dei conta de que não valia a pena deixar tudo por um nível que me faltava e sabendo que me sentiria melhor finalizar.

P:Pensas que o teu trabalho em Kumon te ajudou em outras matérias? Em quais? 
Q:
Ajudou-me na matemática, e muito. Sobretudo no cálculo mental e nas equações.

P: Que benefícios pensas ter ganho por terminar o programa completo? Que habilidades pensas ter desenvolvido por teres pasado por Kumon?
Q:
Aparte de que ficas maravilhado, penso que me ajudou a ser mais ágil com a matemática, além da autonomía.

P: Em que gostarias de trabalhar quando sejas maior? Pensas que a tua experiência na Kumon te vai ajudar a consegui-lo?
Q:
Gostaria de ser professora de inglês de Educação Infantil e Primária. Sim ajudou-me, já que nunca se sabe se posso acabar sendo professora de matemática, já que a matemática sempre é útil para a vida.

P: Recomendarias o Kumon a outros alunos?
Q:
Sim recomendaria, já que ajuda tanto a nível escolar como para organizar-se e começar a ter obrigações diárias.


Entrevista com Anna Plà e Marta Cantenys, orientadoras de Queralt
Durante a sua trajectória em Kumon, Queralt foi aluna de dois orientadoras en el centro Kumon Barcelona - Sagrera. Primeiro foi  Anna Plà, e Marta Cantenys depois. Ambas querem partilhar com os leitores do blogue a sua experiência com Queralt.

Pregunta: Qual é a primeira lembrança que tens do Queralt?
Anna: Recordo uma criança de 5 anos. Era das primeiras alunas que tinhamos em Infantil no colégio onde se leccionava Kumon. Eu ainda era assistente e recordo a concentração com que trabalhava.
Marta: A menina que entrava em aula, fazia todo o processo de registar notas, intercâmbio, trabalho, classificação sozinha, e saía sempre com um sorriso e um «até a semana que vem».

P: Qual pensas que foi o momento mais duro para ele?
A:
Queralt teve a sua crise, como todos, durante o seu percurso em Kumon. É uma aluna muito responsável e autosuficiente, tanto a nivel escolar como em Kumon, e em algunos pontos complicados do material (F, J...), o facto de necessitar mais orientações do que o habitual e não estar habituada a isso fez com que tivesse momentos de dúvida. Mas o apoio e confiança da sua família em todo o processo fez com que Queralt chegasse até ao final.

P: Como o superaste?
A:
A mudança de realizar a actividade no colégio ao vir ao centro ajudou no seu avanço e autonomia.

P: Como afrontaste as dúvidas e os problemas?
A:
Sempre foi uma aluna muito autónoma e autosuficiente. Gosta de aprender por ela própria e só preguntava quando tinha esgotado todas as possibilidades.

P: Qual é o momento que recordas com mais carinho?
A:
Quando tinha claro que queria acabar o programa.
M: Eu acrescentaria o mesmo momento mas no inverso: quando ao princípio deste curso queria desistir no N (o primeiro cálculo diferencial e integral) pelos deveres da escola. Todos ficamos em pânico. Pedi à sua mãe se podia tentar convencê-la e disse-me que sim, mas que não me assegurava nada. «Queralt é uma criança com as ideias muito claras», disse-me. De todas as formas,  tentamos, e falando com ela foi muito fácil fazer-lhe ver os benefícios de acabar. É uma criança com as ideias muito claras, sim, mas também com muita capacidade de reflexão e de compreensão, e pode dar-se conta da satisfação que lhe daria ao chegar à final.

P: Que aprendeste trabalhando com ela?
A: Os instructores temos que tentar que os nossos alunos aprendam por eles mesmos, para que assim desenvolvam o gosto pela aprendizagem, e isso leva-os a serem capazes de conseguir tudo aquilo a que se proponham.
M: Eu aprendi que qualquer lugar e situação é boa para seguir aprendendo se tens claro o teu objetivo. Queralt ensinou-me que é possível, sempre que o possamos ver claro na nossa mente.

P: Que habilidades, destrezas ou atitudes são as que pensas que te levaram a tornar-te uma finalisra/concluinte?
A:
Perseverança, autonomia e esforço.
M: Completamente de acordo, e juntaria segurança e serenidade.

P: Que papel desempenhou a família?
A:
Básico. Tanto a Mercé como Jaume, os seus pais, sempre confiaram no método a 100 % e na labor que desempenhou o instructor. Isso facilitou-nos o trabalho a nós e teve impacto na Queralt, que assim sabia que tinha dois pilares que a apoiavam: os seus pais.
M: Uma família Kumon autêntica, das que sempre está, mas trabalha pela autonomía e responsabilidade das suas filhas.

Queremos dar graças à Queralt, à Anna e à Marta por partilhar a sua opinião sobre a Kumon e o programa de Matemática. Neste link podes solicitar uma prova de nível gratuita para estudar o caso individual dos teus filhos.