Matemática

Rafael Triguero, 9 anos, o finalista/concluinte mais jovem de Kumon Espanha

Out 2019
Rafael Triguero, 9 anos, o finalista/concluinte mais jovem de Kumon Espanha
Rafael Triguero, 9 anos, o finalista/concluinte mais jovem de Kumon Espanha.

«Seguro de si mesmo, constante, maduro, mas sem perder o encanto e a inocência infantil de uma criança de 9 anos». Assim define Marta Ortiz, professora do centro Kumon Sevilha – Nervión, ao seu ex-aluno Rafael Triguero, o nosso concluinte mais jovem de Kumon Espanha, quem com apenas 9 anos finalizou Kumon Matemática.

Rafael começou Kumon Matemática com 4 anos, aprendendo a contar e a escrever os números. E em apenas 5 anos, conseguiu compreender conceitos e resolver exercícios próprios dos primeiros anos de cursos de carácter técnico.
O Rafael sente-se orgulhoso por este mérito e o seu próximo reto é dominar o piano. Ainda que reconheça que, todavia é cedo para saber o que pretende ser quando for mais velho, mas está seguro que a Kumon ajudará a consegui-lo, porque lhe transmitiu a disciplina e a responsabilidade necessária.

Rafael confessa que, além das matemáticas, gosta de ler e practicar waterpolo.

O percurso do Rafael em Kumon

Rafael iniciou o seu caminho na Kumon num centro nos Estados Unidos. Posteriormente, quando se mudou para Espanha com a sua família, os seus pais decidiram que continuaria os seus estudos no centro Kumon Sevilha – Nervión, porque gostava muito da matemática e pensaram que seria divertido para ele.

Além disso, confiam no método Kumon porque viram o seu beneficio na irmã mais velha do Rafael, que foi concluinte uns unos antes, e, hoje em dia, a sua irmã pequena é aluna deste centro.

Os pais do Rafael afirmam que a Kumon lhe deu hábitos de estudo e responsabilidade a todos os seus filhos. Mas eles também os acompanharam em todo este caminho, tal como afirmam: «Kumon é um esforço para os filhos, mas também para os pais, que devem estar comprometidos. A motivação para começar Kumon não deve ser uma melhora imediata do rendimento escolar».


Entrevista com Marta Ortiz, orientadora do centro Kumon Sevilha – Nervión

Pregunta: Que aprendeste do Rafael?
Respuesta:
Que não devemos subestimar a capacidade das crianças. Quando uma criança tem interesse por aprender e está motivada, é capaz de chegar mais longe do que imaginamos. Para conseguir essa motivação, é muito importante que os professores adaptem aos interesses e à capacidade do aluno.

Penso que o Rafael sentiu-se como protagonista da sua aprendizagem. O facto de descobrir por ele mesmo os procedimentos dos exercícios permitiu-lhe experimentar tal satisfação que hfez com que continuasse.

P: Quais são as suas estratégias para #aprenderaaprender?
R:
Rafael captou muito bem, desde o princípio, que no material didáctico está tudo o que necessita para aprender, e sabia que para resolver um exercício devia dedicar uns minutos a observar com atenção os exemplos resolvidos, para imitar os exercícios das folhas.

P: Qual foi o momento mais difícil? Como o superaram?
R:
A partir do nível L, já que o conteúdo dos cadernos é bastante complexo e algo abstracto para uma criança, ou para qualquer adulto que não seja um especialista em matemática. A pauta para os superar  foi fazer um «estudo» dos exemplos, analizá-los e imitar os procedimentos.

P: Qual pensas que foi o peso da família para que o Rafael seja o concluinte mais jovem de Kumon Matemática?
R:
A família do Rafael foi entendendo desde o princípio a dinâmica de trabalho do método Kumon e demostrou que confia nos benefícios da mesma, tanto em conteúdos matemáticos como em outras capacidades como responsabilidade, regularidade, autodidactismo, concentração, etc.

P: Conta-nos alguma anedota sobre o Rafael.
R:
O Rafael é muito adulto e consta que teve a iniciativa para fazer alguma gestão da sua vida quotidiana. Como anedota, recordo que este verão contava-me a sua mãe que ia de férias a uma cidade, e que ele, sem que ninguém da sua família disse-se nada, encarregou-se de procurar por internet o supermercado mais próximo a casa, ligou para assegurar-se de que estava ali, anotou a direção e comunicou-a aos seus pais.

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